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This is gonna be the first text in English in my website, this was supposed to happen at any time.

So I’ve been thinking the so many times I’ve sensed the way things were going and ran a difficult decision to help me and hep others. At the beginning it was to help others, but let me feel comfortable.

When you are with somebody, or have a relation, a society, friendship or anything that produces expectations, demands attention or reliability it is down to what many times we call affinity, but subsequently it’s a matter of equalizing the expectations level. Sometimes you’re in love with someone that might have been in love with you one day, but it’s not anymore or vice-versa. Sometimes, this relations is over for you and it’s easy for you the way you take it. Sometimes, it’s about sex or about company, about care or attention, so many particular things to one, that whatsoever in the other, is not.

Considering this, one person (let’s say me) is very comfortable, calling whenever I want,  talking whenever I wish, and answering according to the end I am planning to have. But on the other side, a person generating too much expectations is not happy, or yet doesn’t know it, but is always accepting and never taking time to think about that: “where we are going?”, “do I wanna go this direction?”, “is it really happening, or am I fooling myself?”

And after a few repetitions I realize the person is not happy nor seeing where things are going, and many, many times for respect I have taken decisions against myself in order to save people’s time and “suffering”. And no matter how honest or right you are, you will only be proof right in long terms: where nobody is going to remember! But no problem, that makes my soul lighter and it is what I would like people could do to me as well:  once you’re decided let me know, so that I can decide what I wanna do myself. Stay or let go now changes its ownership to the right hand to decide.

Looking back to my mom’s point of view, if I am comfortable and the person says nothing, you are wrong to cut off this person’s suffering, cause lesson may have finished for you, but not for her. And leaving, by some angle of looking at it, could be a selfish decision. Who knows in time what changes or not? No one. But who’s got eternity for every relation?

Whether my mom’s right or not, it’s just not a point to opt in or opt out, but a feeling decision. If you’re good ‘not gone’ then stay. If sensations oncoming disturbs your senses, it’s time to take courage, open hands and let go. Let people pick their position,

Life is like a sensor, once your feeling is blind you’re too vulnerable.

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Não entendemos muitas coisas da vida… No momento em que se nasce não entendemos “onde estou”, “quem é você ai me olhando?” Depois não entendemos “por que temos que sair de casa?” (pra escola), logo, contraditoriamente, “por que tenho que ficar em casa?” (quando quero sair). Engraçado é que da mesma maneira acontece “por que eu não posso ficar com ela?” (no platonismo, ou no fim de uma relação) ou “por que eu tenho que ficar com ela?” (no casamento,  falo sem nenhuma propriedade)

A vida sempre pende na direção das relações interpessoais afinal, hoje em dia, até o eremita tem internet. (E, se você acha que não, é porque não sabe o que é um Blackberry®, GPS, 3G, 4G, etc…). O que a gente não percebe é que isto tem uma função, no que toca ao desenvolvimento obrigatório, já que a comunicação, a empatia e a solidariedade são fatores cruciais para o desenvolvimento mais acelerado do coletivo.

Dois camaradas Joseph LuftHarry Ingham inventaram em 1955 uma ferramenta cognitiva para melhorar as relações através da experiência (heurística). Também se relaciona à iniciativa de Myers-Briggs (conhecido por MBTI) que enquadra o tipo de personalidade e como elas interagem quando em contato.

Dizem eles que as relações envolvem 4 tipos de interações entre pessoas:

Abertas: As coisas ou fatos que nós sabemos e que as pessoas também sabem

Escondidas: As que nós sabemos e que as pessoas não sabem

Cegas: As que as pessoas sabem e nós não temos conhecimento

Desconhecidas: Nem nós nem as pessoas sabemos mas acontecem

Alguém já viu histórias onde as pessoas lêem correspondências umas das outras e reparou no que geralmente acontece? Ou pessoas que deram a senha do e-mail?  Ou pessoas que vivem completamente isoladas? Ou alguém que nunca pergunta, ou nunca escuta a opinião das pessoas sobre seus atos ou atitudes? Ou as “gabrielas” e “polianas”: eu nasci assim, sou assim e vou morrer assim onde a pessoa evita um crescimento através do auto-conhecimento? Aposto que ninguém conhece esses tipos hehe (Espelho!? Não, eu não!)

Como mostra a janela, uma relação saudável não existe quando se elimina um dos 4 quadrantes desprezando a natureza de algum dos tipos de relações que sempre existirão.

Não é dizer que a pessoa deve ter segredos, mas se ela contar tudo a relação aberta fica impossível: você seria sempre julgado pelo passado e não teria o direito de melhorar destruindo assim a parte onde você é quem conta para as pessoas ou pelo menos para algumas pessoas o que você acha que deve dividir. Há quem diga que o Beckhan usava calcinha (é, tanga mesmo) imagine se os outros jogadores soubessem disso…? (Tudo bem o Piqué não conta) Ou, se seu melhor cliente sabe que você detesta almoçar com ele e que ele tem um mau gosto tremendo para gravatas… Embora cada vez mais as empresas abram suas margens de lucro, seus objetivos de vendas etc, se não houver uma parte secreta, as negociações falham.

Ou você dá espaço, ou você vai pro espaço:

Na vida amorosa, se não houver processo de feedback, não há relação que perdure. Acontece com freqüência a pessoa oferecer informação importante e a outra parte não fazer nenhum caso e, com o tempo se vai cortando esse processo, se deixa de contar as coisas até que todo o aberto se transforma em secreto e o surdo diz: “mas me pegou assim de surpresa?”, “foi do dia pra noite”. Foi mesmo? Faz-me lembrar uma música da Alanis Morissette “Why do I fear that the quieter that I am, the less you will listen?”

Vamos um pouco mais adiante: um ciumento(a) mata a relação quando obriga um aumento forçado da parte aberta, é como uma invasão mental. É interessante ver também que para um psicólogo um escondido preponderante dificulta muito o tratamento e com um aberto escancarado passa a ser impróprio permitindo pré-julgamento por isso não podem tratar pessoas próximas, familiares, etc…

Mas o Oscar vai para o último quadradinho ‘unknown’. Sem diminuir constantemente a janela do desconhecido, nós continuaríamos acordando mijados no meio da noite, fazendo muitas coisas inconscientes que nos prejudicam ou nos atrasam, seguiriamos fazendo constantemente coisas das quais nos arrependemos, não nos importaríamos um pito dos erros que cometemos. Se não aprendêssemos nada, seguiríamos vegetando e dormindo 10h no inverno, vivendo em cavernas e arrastando as mulheres pelo cabelo. A compreensão dessa janela se dá de maneira individual ou em grupo por estudos ou captando os aprendizados obtidos da experiência. Descobrir como nos portarmos em muitas situações, ou o que sentimos, entender que havemos de fazer para que não nos sabotemos. Tomar decisões que estão de acordo com o que nos faz bem e com o que realmente somos. Fazer com prazer, aquilo que temos de fazer .

Aliás, auto-sabotagem… é o próximo tema que pretendo abordar, se alguém tiver algo que comentar sobre o assunto, gostaria de ouvir opiniões, vivências, atitudes, descobertas, etc…

Nesse site tem um teste da janela de Johari: http://kevan.org/johari .Bem generico, mas interessante.

Que lado nosso é esse, feliz diante da desgraça alheia? Quem é esse em nós (eu não consigo fazer isso, mas nem por essa razão sou santa), que ri quando o outro cai na calçada? Quem é esse que aguarda a gafe alheia para se divertir? Ou se o outro é traído pela pessoa amada ainda aumenta o conto, exagera, e espalha isso aos quatro ventos – talvez correndo para consolar falsamente o atingido?

O que é essa coisa em nós, que dá mais ouvidos ao comentário maligno do que ao elogio, que sofre com o sucesso alheio e corre para cortar a cabeça de qualquer um, sobretudo próximo, que se destacar um pouco que seja da mediocridade geral?

Quem é essa criatura em nós que não tem partido nem conhece lealdade, que ri dos honrados, debocha dos fiéis, mente e inventa para manchar a honra de alguém que está trabalhando pelo bem? Desgostamos tanto do outro que não lhe admitimos a alegria, algum tipo de sucesso ou reconhecimento?

Quantas vezes ouvimos comentários como: “Ah, sim, ele tem uma mulher carinhosa, mas eu já soube que ele continua muito galinha”. Ou: “Ela conseguiu um bom emprego, deve estar saindo com o chefe ou um assessor dele”. Mais ainda: “O filho deles passou de primeira no vestibular, mas parece que…”. Outras pérolas: “Ela é bem bonita, mas quanto preenchimento, Botox e quanta lipo…”.

Detestamos o bem do outro. O porco em nós exulta e sufoca o anjo, quando conseguimos despertar sobre alguém suspeitas e desconfianças, lançar alguma calúnia ou requentar calúnias que já estavam esquecidas: mas como pode o outro se dar bem, ver seu trabalho reconhecido, ter admiração e aplauso, quando nos refocilamos na nossa nulidade? Nada disso! Queremos provocar sangue, cheirar fezes, causar medo, queremos a fogueira.

Não todos nem sempre. Mas que em nós espreita esse monstro inimaginável e poderoso, ou simplesmente medíocre e covarde, como é a maioria de nós, ah!, espreita. Afia as unhas, palita os dentes, sacode o comprido rabo, ajeita os chifres, lustra os cascos e, quando pode, dá seu bote. Ainda que seja um comentário aparentemente simples e inócuo, uma pequena lembrança pérfida, como dizer “Ah! sim, ele é um médico brilhante, um advogado competente, um político honrado, uma empresária capaz, uma boa mulher, mas eu soube que…”, e aí se lança o malcheiroso petardo.
Isso vai bem mais longe do que calúnias e maledicências. Reside e se manifesta explicitamente no assassino que se imola para matar dezenas de inocentes num templo, incluindo entre as vítimas mulheres e crianças… e se dirá que é por idealismo, pela fé, porque seu Deus quis assim, porque terá em compensação o paraíso para si e seus descendentes. É o que acontece tanto no ladrão de tênis quanto no violador de meninas, e no rapaz drogado (ou não) que, para roubar 20 reais ou um celular, mata uma jovem grávida ou um estudante mal saído da adolescência, liquida a pauladas um casal de velhinhos, invade casas e extermina famílias inteiras que dormem.
A sordidez e a morte cochilam em nós, e nem todos conseguem domesticar isso. Ninguém me diga que o criminoso agiu apenas movido pelas circunstâncias, de resto é uma boa pessoa. Ninguém me diga que o caluniador é um bom pai, um filho amoroso, um profissional honesto, e apenas exala seu mortal veneno porque busca a verdade. Ninguém me diga que somos bonzinhos, e só por acaso lançamos o tiro fatal, feito de aço ou expresso em palavras. Ele nasce desse traço de perversão e sordidez que anima o porco, violento ou covarde, e faz chorar o anjo dentro de nós.

fonte: A Sordidez Humana de Lya Luft, saiu na edição 2113 de 20 de maio de 2009, página 24, Revista Veja.Revista

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Mais uma vez vou fugir um pouco do tema,  pra colocar algumas frases e algumas coisa que aprendi ao longo da minha vida, acho que é o momento pra isso:

“Que o medo que tenho nao me deixe esquecer o que anseio” (Oswaldo Montenegro)

Ficar triste muitas vezes é inevitável. Todas as pessoas do mundo podem te dizer o que quiserem, dizerem que você é louco, podem não compreender, mas voce é e sempre será a única pessoa que pode resolver sua vida. É a pessoa mais responsável pela sua felicidade.

Às vezes não poderemos esperar que as pessoas se preparem, ou te acompanhem para mudar o que não nos faz feliz. Você tem que tomar o rumo, atuar, fazer sua sorte e quando o tempo passar, as coisas se arranjarão da maneira mais perfeita, porque é impossível contarmos com as tantas variáveis da vida, mas é imprescindível fazer o melhor que se pode a cada passo que damos. É nossa tarefa não machucar as pessoas por pura vaidade, mas mesmos quando fizermos as coisas da melhora maneira possível muitas ficarão tristes, muitas ficarão presas, muitas ficarão perdidas. Se somos capazes, tentemos ajudar, ainda que ajudar seja se afastar. Ser solidário, por mais que no momento a pessoa não entenda, pode aliviar um coração, pode libertar essas pessoas para a vida e, até mesmo para tudo aquilo que ela não é capaz de ver naquele momento.

O importante é não deixar de caminhar, de ir atrás do que acreditamos porque no futuro, nós seremos nossos mais severos juízes.

“To be free or to feel free. The first one is a myth” (Mick Hucknall)

Ninguém é 100% livre. Há a sociedade, a familia, o emprego, o dinheiro, a matéria, o medo. A liberdade é, portanto, as formas e momentos que nos sentimos livres. Dar-se liberdade é também libertar.

“Le hasard favorise l’esprit preparé” (Louis Pasteur)

‘A sorte’ favorece os espíritos preparados. Quer dizer que às vezes achamos que uma pessoa tem sorte, mas quem nos garante que essa pessoa aprendeu  a desviar ou tirar do seu caminho as tantas pobrezas que nos cercam? Há pessoas que sabem identificar oportunidades, são humildes para reconhecer seu erros e aprender com eles. Aprendem que o bem é lógico, tiram as barreiras da sua frente, esclarecem-se de que precisam e assim, multiplicam as possibilidades do que o que pretendem aconteça. Aumentando a possibilidade, se aumenta a probabilidade do “acaso” positivo, o que as pessoas denominam: sorte.

“Cogito, ergo sum”  (Descartes)

O homem que não pensa padece.  Fato!

Se não se contesta o que as pessoas nos dizem, o que a vida nos traz, o que as influências nos causam e os resultados que obtemos, fatalmente seremos pegos em muitas e muitas ocasiões apoiando-nos em coisas que são completamente efêmeras ou infundadas. Imagine construir sua casa sobre essas noções vazias, é como construir num barranco sem arrimo ou sobre areia da praia, sob a primeira pressão, sob uma chuva mais forte: adeus pra suas verdades, sua história.

“What is written without effort, is in general read without pleasure” (Samuel Johnson)

Ler é preciso. Ler mil livros e não lembrar-se de nenhum é como ter mil colegas e não ter amigo algum.

Se não te interessa ou não vai ser cobrado à respeito não leia. Se alguém te sugeriu, se esforce.Ler livros ruins também nos ajuda a evidenciarmos os bons.

Escrever é ainda mais sério. Escrever sem amor, sem vontade dá no que dá. Não importa quantos leitores leiam seu texto, seu bilhetinho na tela do computador: 1, 2, 1000. O que importa é que 1º se consiga ler (se a sua caligrafia é ruim, se vire!), 2º seja algo, 3º a pessoa que recebe sente, não me pergunte como, mas sente.

Há alguns outros ditos e frases, e para cada pessoa haverão tantos mais ou tantos menos, não importa.

O que realmente importa é que, em algum momento, nos pusemos frases e ditados: marcos. Milestones provando que não andamos para trás e nem queremos. Celebremos, pois.

Fernando Pessoa paulo-coelho

Há algum tempo eu tenho tanta coisa na cabeça se misturando que eu gostaria de falar um pouco de cada, mas por incrível que pareça fiquei sem saber o que escrever.

No post passado e a diário venho pensando nesse tema:  aprender x esquecer. Onde ‘aprender’ que digo, está muito longe de sentar numa sala de aula, ler a internet ou um livro. Essas podem até ser as fontes, mas quero dizer, conhecimento orgânico, aprendizados que somos capazes de ensinarmos a nós mesmo e, em seguida, articular o tema quando em voga, ou quando alguém necessite.

Uns dias atrás, minha amiga Maria Helena me mandou um texto que caiu como uma luva. De início a pessoa que montou o powerpoint se equivocou e deu a autoria ao Paulo Coelho, mas que na verdade era do Fernando Pessoa. (O tema Paulo Coelho vou tratar no final, se é que interessa).

Às vezes é preciso obter experiências e ver as coisas pela visão dos outros pra sairmos de nossas próprias armadilhas. Tenho certeza que eu como muitos gostaríamos de ter a simplicidade e a força que vem com o que escreveu Pessoa, mas de minha parte posso dizer que, se o sentirmos mais do que lê-lo, essas coisas se incorporam ao que somos. Ser livre é também saber libertar, começar ciclos é também encerrar outros:

Encerrando ciclos

Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final…
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.
Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.
Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu….
Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.
Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.
O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.
As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora…
Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.
Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração… e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.
Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do “momento ideal”.
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!
Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa – nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.

Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.
Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és..
E lembra-te:
Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão

Fernando Pessoa

Bla bla blá sobre P. Coelho:

Faz tempo eu tenho um pouco de birra dele, só porque, em minha modesta opinião, ele tem boas idéias, boas histórias, conhecimento espiritual e alquímico mas tá muito longe de escrever bem; e o pior, ele entrou para a ABL! Isto sim me indigna!

Para mim se Mário Quintana não pode entrar,  Mr. Merlin canarinho também não pode. É uma questão de nível, não de fama.

À posteriore, verifiquei que o Sarney também entrou para a ABL. Sim, o Sarney! Com um único livro (isso mesmo, ele só escreveu 1! E é um literato!)  que por acaso eu não li, e até posso estar enganado, mas só pelo jeito que ele fala… já imagino.

Por isso digo, minha birra se transfere então à ABL. Não tenho nada contra o P.C. Potter,  até gosto das suas histórias e ajudam a muita a gente a se iniciar nas ciências ocultas, espiritualismo, etc. Mas convenhamos, escrever como Fernando Pessoa é uma arte, é uma lisonja, é como se sentir elogiado. E agradeço à ele, esteja onde estiver, por ter se dedicado a traduzir tanta coisa útil, e por escrever algo tão quântico que nos veio transmitir 75 anos depois de sua morte aprendizados tão importantes.

paradox       nazis israel

Eu não tenho postado essas últimas semanas. Geralmente as coisas que eu escrevo são frutos das vivências e pesquisas que faço. Ultimamente vinha lendo muita coisas filosóficas, algumas vezes é preciso parar. Para as novas gerações, segundo muitos estudos, não é exatamente assim que acontece, porque até as sinapses delas são diferentes.  Que geração? As crianças que hoje tem de 5 a 13 anos. São multitarefas, agüentam uma carga superior e uma exposição superior a informações mais densas.

Mas enfim, acho que esse não é meu caso e depois de uma longa exposição à conteúdos mais pesados precisei dar uma arejada e comecei a ler a “Menina que roubava livros”. Também não é tão light assim, tem muitas notas, e mais que isso muitas sensações de se viver sobre o regime nazista. Muito bem escrito, por sinal.

Logo, nos outros posts eu ofereci um pouco do meus pensamentos, dessa vez quem puder compartilhar comigo os seus eu agradeço. Não sei por que motivos não animei a pesquisar sobre isso na teoria… portanto, quem puder comentar me ajudará muito a refletir sobre essas duas questões:

1. O perdão

Perdoar é uma benção, uma virtude, um alívio. O que se é preciso entender é que o verdadeiro perdão só ocorre quando não se lembra mais o efeito do mal que nos foi feito. Por outro lado, não lembrar do que nos foi feito, pode fazer com que incorramos no mesmo erro outra vez. Pergunto: se o verdadeiro perdão é esquecer, e se evoluir é aprender com os erros, logo perdoar de verdade é esquecer das lições?

Dado à esse paradoxo, coloquei a figura do Paradoxo de Kandelhardt

2. O Nazismo

Essa não é a questão principal do meu post, porque eu sei que vou ter que pesquisar e muito à respeito desse tema: O nazismo.

Mas é claro, quem tiver no espírito de comentar sobre isso também, agradeço e muito. Nesses últimos dois meses, eu achei que fosse coincidência, mas comprei dois livros com nomes inocentes “Menino do pijama de listras” e “A menina que roubava livros” nada a ver com nazismo né? Errado. E assim vem sendo minha vida nos últimos dois meses, pelo menos 3 vezes por semana ou surgem pop-ups, ou escuto no tícias no rádio, ou alguém me comenta, ou surge o assunto, ou aparece num jogo, ou aparece num livro, ou no cinema pra não falar de muitas outas coisas falando sobre nazismo. A última foi abrir o jornal e ver que na França está crescendo a formação de grupos jovens neo-nazistas, outro dia uma brasileira agredida em Zürich, e agora 16 casos de agressão em Madrid, 11 em Barcelona.

Vejo também o que Israel tem feito também me soa um pouco nazista, pra não falar dos Vascos e outros, por isso a figura da bandeira. Não estou tomando partido, preciso mesmo é de conhecimento. 

Então antes de eu começar a estudar, e sei que aí vai aí uma longa jornada, alguém pode me dizer quais são as principais motivações do nazismo e quais as principais lições que deixou pra humanidade? As pessoas estão formando grupos neo-nazistas porque são formadoras de opinião ou porque precisam desesperadamente de um líder? 

De todas maneiras agradeço muito, muito mesmo todos que colaborarem com a minha falta de informação.

Saudações!

Cassio.

hardy
Eu passei por uma fase dura recentemente. Há 4 semanas passei por uma pequena depressão, onde eu olhava pra mim e sentia pena de meu estado. Sei que sou uma pessoa feliz, e me ver ali sem conseguir parar de chorar, sem vontade de levantar pra trabalhar me deu raiva! A raiva de tudo é melhor que a pena de si mesmo.

A raiva do mundo faz vc buscar conhecimento e entendimento, faz vc se superar, superar as expectativas que tem de si mesmo. E faz vc ver que com o tempo, só quando vc pára de se comparar com os malditos modelos de sucesso, é que vc tem sucesso.

Nessa busca, eu encontrei um texto de Neila Navarro. Acho que se eu tivesse um milhão de dólares eu daria a ela. Não senão um valor aquilo que liberta a alma e tira alguém da tristeza e da pobreza espiritual. Por isso, deixo aqui, tanto um pedaço de seu texto, quanto o link da página que li, para não plagiar, e sim gerar novos fãs da Neila e curiosos sobre a revista Vencer! onde o encontrei. É um pouco comprido, mas uma experiência inesquecível.
Ai vai!

 

O PODER DA SUPERAÇÃO

cristopherreeve

Por: Leila Navarro

Alguma vez na vida você já se sentiu sem saída, desanimado, no fundo do poço, com vontade de acabar com tudo? Com certeza, sim! E não tenha dúvida: você não está sozinho! Todos nós, em graus diferentes de intensidade, vivemos momentos em que nada, nada, parece valer a pena: o passado, mesmo que tenha sido feliz e frutífero, pouco conta nos instantes de aflição. E o futuro… quem pode esperar um futuro tranqüilo e a realização dos seus sonhos com o presente que temos? De fato, a violência atinge níveis insuportáveis, o mercado de trabalho está cada vez mais competitivo, a economia vive em crise permanente, o fantasma do desemprego ronda nossas casas…

Neste cenário, não chega a ser surpreendente que as taxas globais de suicídio tenham aumentado 60% nos últimos 50 anos e que a depressão atinja aproximadamente 340 milhões de homens e mulheres em todo o mundo. Se em outras épocas morríamos de doenças das quais nem mais ouvimos falar – pois foram erradicadas pelo extraordinário avanço científico –, hoje somos vítimas do estresse, da angústia, do pânico e da tristeza. Males fatais, sim, na medida em que são fatores que, somados a outros, podem contribuir para o desenvolvimento de problemas graves de saúde como o câncer e as doenças coronarianas.
É, problemas não são privilégio de ninguém… mas a forma como reagimos às situações difíceis é um fator determinante para a nossa qualidade de vida! Há quem prefira arrastar para todos os lados o seu “saco cheio”, sentindo pena de si mesmo, com frases pessimistas na ponta da língua: “puxa, nada dá certo! Está tudo muito difícil! Não tem jeito mesmo, a vaca já foi pro brejo!” Por isso, eu o apelidei de Coitadinho – Tadinho, para os íntimos! Outros tiram a vaca do brejo, apostam na luta com otimismo, enfrentam as crises e passam a vida cantando a esperança – e eu os batizei de SuperPessoas, porque superam os desafios por meio da ação.

E você, a que time pertence? Mas, antes de responder a essa pergunta, conheça um pouco mais cada um desses personagens.

Coitadinhos x Superpessoas

Costumo associar o Tadinho ao personagem de um desenho animado de muito sucesso na televisão décadas atrás: Hardy Haha, a inesquecível hiena, que – ao contrários de outros membros de sua espécie, que riem o tempo todo (mesmo quando estão na pior!) – só choramingava e reclamava (mesmo quando não estava na pior!), repetindo o famoso bordão: Oh, dia! Oh, azar! Pois o Tadinho faz a mesma coisa. Para ele, nada está bom: trabalha com má vontade, culpa os outros pelos seus problemas e pensa em si mesmo como um pobre diabo, vítima de circunstâncias desfavoráveis e merecedor de pena. Não faz absolutamente nada para mudar isso e nem tem prazer com suas vitórias. Se ele fosse um jogador de futebol, por exemplo, jamais comemoraria um bom resultado. Ao contrário, diria: “poderíamos ter feito mais gols! Não jogamos bem! Desse jeito, vamos ser derrotados na próxima partida.”

Podemos batizar essa postura “reclamona” de síndrome do coitadinho, uma condição que pode afetar qualquer um. Não conheço ninguém que não tenha tido, pelo menos uma vez na vida, uma crise de pena de si mesmo, um momento de coitadinho. Até aí, tudo bem, mas quando a crise perdura é preciso tomar providências, pois a tristeza e a pena de si mesmo tendem a se cristalizar, afetando o humor e a fisiologia de uma pessoa. De fato, a infelicidade e o baixo astral enfeiam, provocam enxaqueca, mal funcionamento do intestino, dor de estômago, insônia – só para citar os problemas mais leves – e, em conseqüência, destróem a qualidade de vida. Quem está nessas condições tem dificuldade para se libertar do mal que faz a si próprio e enfraquece aos poucos – é como se o Super-Homem andasse com a “kriptonita” (substância altamente tóxica para o Super-Homem) no bolso o tempo todo!

Felizmente, aqui mesmo, em nossa galáxia, neste planeta, outras pessoas me fazem lembrar Batman e o Homem-Aranha. Mas o que existe de comum entre esses personagens extraordinários e nós, simples mortais? A resposta é força e fragilidade. Estas duas características estão presentes nos seres humanos – ainda que muitas vezes não se dêem conta disso – e nos heróis das histórias em quadrinhos e dos filmes de ação, que não são imunes à dor e às paixões, mas as superam por meio da ação positiva, da solidariedade e da ética.

A mesma coisa acontece com SuperPessoas. Ao contrário dos Coitadinhos, elas reconhecem sua fragilidade, assumem seus erros e aprendem com eles, preferem agir em vez de se queixar e usam sua força na construção de uma vida melhor. Para elas, não existem problemas, apenas desafios que devem ser enfrentados. Se forem bem-sucedidas, ótimo, se não forem, tudo bem: a luta e os desafios são, por si só, lição que o guerreiro não dispensa e que o fortalece. E a essa postura eu chamo de SuperAção.

“Ora, Leila, pare de ser tão otimista! Ninguém é tão super assim!”, costumam dizer os Coitadinhos de plantão (sempre tem um deles por perto, você já percebeu?). Pois eu garanto que existem milhões de SuperPessoas na Terra e faço questão de citar alguns:

– Ronaldinho Nazário, apelidado Fenômeno pela mídia, superou seu fracasso na Copa da França de 1998 e um gravíssimo problema no joelho, tornou-se o artilheiro da Copa de 2002, no Japão, e conquistou o título, pela terceira vez, de melhor jogador do mundo.

– Madre Teresa de Calcutá abandonou uma vida confortável para viver entre os mais pobres dos pobres e, sem se afastar do caminho escolhido, criou uma entidade ímpar de ajuda ao próximo, respeitada pela sua organização e seriedade, transformando-se em um exemplo de amor incondicional ao próximo.

– Luís Inácio Lula da Silva, ex-operário de origem pobre, enfrentou derrotas políticas mas acabou sendo eleito presidente do nosso país.

– Christopher Reeve – o Super-Homem do cinema – continuou a viver e a trabalhar mesmo depois de um acidente que lesionou sua espinha dorsal e o deixou paralisado e incapaz até mesmo de respirar sem a ajuda de aparelhos.
E, ao lado deles estão, sem a menor dúvida, pessoas de todas as idades, profissões, raças e credos, para quem a vida é um constante desafio a ser vencido com amor e alegria. Pessoas como Você, que sabe que realizar é melhor do que sofrer.

Escolha a favor da vida

Na verdade, nós sempre temos chance de escolher entre o sofrimento e a realização. Mas para fazermos a escolha certa, precisamos, em primeiro lugar, reconhecer os limites impostos pela nossa “casca” (o corpo físico) e pela nossa história de vida. É essencial, também, conhecer nossos talentos e habilidades, acreditar em nossas possibilidades e evitar o risco de copiar modelos. Esqueça, você não vai ser igual ao presidente de sua empresa, nem ter a aparência de Giselle Bündchen! E lembre-se:

– decisões e ações de vida não podem ser tomadas a partir de uma receita simples, igual para todo mundo;
– a tentativa de copiar os outros resulta em autodesvalorização e negação da individualidade;
– E, o que é muito importante: você é único, eu sou única!

De fato, quando nos conhecemos, não nos comparamos a ninguém. Somos únicos, na maneira de pensar, sentir e agir! Percebemos que somos poderosos, mas não podemos tudo. Ampliamos alguns limites, mas nem sempre conseguimos rompê-los (e isto não é um fator de frustração!). Admiramos e respeitamos alguém, mas não somos essa pessoa e nem podemos nos apoderar de suas conquistas. Em conseqüência dessa compreensão maior do universo e dos seres humanos, abandonamos a condição de coitadinhos, transformamos nosso “saco cheio” em uma bela e luminosa capa e assumimos nossa condição de SuperPessoa!

http://www.vencer.com.br/materiaCompleta.php?id=614

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relacionamento saudável

Ultimamente tanta gente vem falar comigo de coração partido…

Fico imaginando quantos mais não haverão por aí…

Pensando nisso resolvi dispor esse questionário inclusive àqueles que eu não tenho intimidade pra falar.  O intuito não é por minhocas na cabeça de ninguém, mas de repente aliviar ou esclarecer algo que possa estar incomodando.

Quando se está sozinho:

  • Será que o problema está nos outros sempre? ou comigo sempre?
  • Será que vc dá abertura o suficiente?
  • Não é questão de escolher demais… mas será que vc tem sido honesto com vc mesmo(a)? Quando vc olha e gosta de alguém e seus amigos dizem, é feio(a)! E vc começa a por defeito, mesmo quando nao é assim que vc pensa??
  • Será que não é a sua vez de ir até lá e se apresentar?
  • Será que falar mal de td mundo, estar de mal com a vida não é algo que repele as pessoas de vc?
  • Será que vai demorar muito pra entender que tem horas, que quando a gente não enxerga, é melhor mesmo parar e pensar sozinho mesmo, olhar de fora, olhar diferente?
  • Será que é mesmo a hora de vc encontrar alguém? será que não está precisando SE encontrar?
  • Será que não é muito egoísmo da sua parte querer todo mundo e quando alguém que vc gosta ou gostou encontra alguém vc joga de graça a sua inveja, a suas frustrações pra cima dessas pessoas?
  • E, por fim, é engraçado como quem namora quer ficar solteiro, quem é solteiro quer namorar… quando é que vamos aproveitar o que temos e quando as coisas mudarem aproveitar a nova situação? Ou será que vamos passar a vida toda infelizes? Tem hora que eu acho que as pessoas gostam de ser infelizes…

Quando se está com alguém:

  • Será que não está na hora de parar de mentir pra si mesmo?
  • Será que vc tem tanta coragem assim de estar com alguém que não gosta? De jogar seu tão valioso tempo fora? Se está em dúvida tudo bem, mas se tem certeza que não é isso que quer, será que não está na hora de deixar seu parceiro encontrar alguém que goste dele de verdade?
  • Será que não está na hora de parar de picuinhas bestas e dar valor pro que tem valor?
  • Será que essas picuinhas existem pq vc não realmente gosta da pessoa? Afinal é muito mais fácil ter paciência com quem a gente ama… não?
  • Será que vc não anda escondendo as verdades de você mesmo? Aceitando qualquer coisa que te dão, achando que tudo é amor, sendo passivo de tudo e esquecendo de vc?
  • Será que vc já parou pra ver se não desconta as suas frustrações em cima da pessoa que te ama?
  • Será que vc ama mesmo ou só está cobrindo alguma carência? Se fizessem isso com vc, vc iria gostar?
  • Será que viver e fazer tudo que a pessoa quer, não te fez esquecer de quem vc é? do que vc gosta? de quem vc ama?
  • Será que não está na hora de demonstrar mais? de escrever um bilhetinho? dar um bom dia? fazer uma prece pela pessoa? dar mais crédito? confiar um pouco mais? cobrar um pouco menos? – Será que não é hora de parar com jogos?
  • Será que ser possessivo prende mesmo? Ou será que dando liberdade a pessoa fica com vc pq ela quer?
  • Será que de vez em quando não seria bom vc segurar a sua ansiedade e dar um espaço pra pessoa respirar? Quem sabe a pessoa também te ama, e vc não dá nem tempo dela sentir a sua falta? E o contrário, será que não pode compreender que o tempo do outro não é o mesmo que o seu, e que amanhã pode ser vc que esteja carente?
  • Será que ir guardando as mágoas e não conversar é bom mesmo? será que as vezes uma simples conversa não esclarece tudo e quem sabe no final das contas, a pessoa nem sabia que fazia determinada coisa?
  • Será que vc já parou pra pensar que deixou de fazer as coisas legais pra pessoa? será que não parou de fazer sua parte?
  • Será que não é hora de esquecer ou de enfrentar suas pendência amorosas pra não torturar as pessoas? E mais que isso parar de SE torturar?
  • E, por fim e mais difícil, será que vc seria capaz de deixar a pessoa que vc “tanto ama” ir ao encontro de suas provas para que ela descubra mesmo o que precisa, se ela realmente te ama?? Às vezes, a pessoa descobre que não te ama, mas às vezes ela descobre que a coisa é com vc mesmo. De uma forma ou de outra, é só vc quem ganha.

Se vc não vê razões para fazer sua parte, repasse as perguntas.

Se vc é dos que guarda tudo, esquece tudo, deixa passar tudo, má notícia: ou você vai explodir alguma hora e humilhar, gritar, etc etc ou poderá ganhar sérios problemas de saúde,coisas ruins guardadas viram gastrite, úlcera, câncer, reumatismo, etc.

Quando a coisa acaba (um capítulo especial):

Quando acaba tudo em paz, ótimo. Dá até pra ser amigos. Mas quando pra um acaba e pro outro não… seja solidário. Tentar manter o contato, forçar o contato só dificulta para que a outra pessoa te esqueça. Se o tempo refizer a amizade, é pq era amizade mesmo. Se não, tudo bem o tempo deixa apenas as boas lembranças.

Se foi vc quem entrou com a bunda nesse acordo… comece a se perguntar:

  • Quantas vezes eu me neguei a ver as coisas?
  • Quantas vezes eu evitei conversar?
  • Quantas vezes eu bloqueei a pessoa de demonstrar o que ela sentia de verdade?
  • Será que houve realmente algo que eu poderia ter feito? e se houve, valia a pena? era o que eu queria?
  • Quantas vezes eu fui compreensivo?
  • Será que eu era realmente feliz?
  • Será que eu gostava mesmo da pessoa ou só estou assim pq eu a perdi?
  • Será que eu não devo me perdoar, quando eu realmente tenho consciencia que fiz td que eu sabia ou podia?
  • Será que vc não consegue olhar de fora e ver que isso é realmente o melhor para vc?
  • Será que eu não estou tentando manter a amizade pra me aproveitar? será que isso só não vai me torturar mais?
  • Será que eu nunca fiz nada pela pessoa e ela descobriu que merecia mais?
  • Será que eu não passei tanto tempo me guardando pela minha pendência amorosa, a ponto de não conseguir me doar e só agora que acabou eu quero fazer valer a pena, e no fim, só gerei mais uma pendÊncia amorosa?
  • Será que eu consigo aceitar que a pessoa pode ser feliz com outra pessoa que não seja eu? Ou será que eu sou tão bom assim que mal posso ver que apesar de eu ser o máximo isso não é o que pessoa quer ou precisa?
  • Será que eu não consigo ver, que apesar de eu ser mais bonita, ou bonito, eu não consigo ver em tantos momentos eu pude demonstrar mais que isso e não o fiz? Ou pior, será que eu tenho mais que isso a oferecer? É tão bobo apostar tudo nisso, por que, com tanta gente bonita, é tão fácil trocar ou ser trocado por isso…
  • Será que a pessoa seria realmente boa para seu futuro? Para seus filhos?
  • Será que vc realmente podia contar com ela?
  • Será que não foi muito melhor que ela ter saído agora da sua vida, antes que muitos outros estragos tivessem sido causados?
  • Será que ela realmente tinha o que era essencial pra vc? E vc pra ela?
  • Será que agora vc não está colhendo o resultado por ter conscientemente ter se juntado com alguém que vc sabia que não gostava de vc?
  • Será que vc só não está assim por que o sexo era bom ou o beijo era bom, ou qquer outra coisa e vc fica pensando o tempo todo que nunca encontrará nada igual e no final das contas, pode encontrar algo que nem imaginava que existia?
  • E, por fim, quando é que você vai se perdoar por não ter sido perfeito??

Resumindo…

A vida passa muito rápido para que perdamos tanto tempo nos enganando. E tudo se agrava muito mais quando fazemos isso com a vida de outra pessoa que poderia estar buscando sua felicidade e nós nem a ajudamos nem a deixamos. Imagine a sua tristeza ao ver que alguém te enganou, enquanto várias oportunidades te surgiram… e pq fazer o mesmo?

E há algo importante: Você vai entender que independente de estar ou não estar com alguém, se vc não consegue nem se fazer feliz, jamais conseguirá fazer alguém feliz. Reflita, ou saia do poço… ninguém falou que era fácil, mas por você vale a pena!!!

posted by Cassio.

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Enter a Higher State é o”moto” ou lema do Estado americano de Rhode Island, num dos eixos mais materialistas do mundo (costa leste dos EUA). Por outro lado enter a higher state é entrar em contato com algo não físico, ou espírito ou até mesmo 4a dimensão como é chamado por alguns.

Todo aquele que busca um conhecimento independente do seu conteúdo, seja científico ou espiritual, soma algo mais dentro do seu intelecto. O intelecto bem como a afinação dos nossos sentimentos é o que nos difere dos seres irracionais. Gostaria muito de incluir a moral, mas há colonias de animais que se portam muitas vezes melhores do que nós ainda que disponham da metade dos coromossomos.

Reescreva-se, o site, trazido à vida. Para a vida.

Posted by Cassio Moreno